sexta-feira, 7 de março de 2014

Dor

A dor relembra nossas limitações, mostra humanidade. Lapida e conserva a humildade.

29/06/2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Partiu.


Estranho mas depois disso não senti nem medo, nem paixão, nem raiva ou saudade. Quanto prazer eu tive em lembrar como pra mim é poético os momentos que tive contigo, diferente de tudo. Primeira vez que me senti romântica isto é a palavra certa para expressar as sensações que tive hoje. E agora sozinha em um bar sábado a noite, pensando como me parecia algo divino quando me olhava nos olhos, ou contemplava teu corpo nu, sobre o meu, os opostos que se esbarram naquele momento.
Contigo consegui começar a entender essa maravilha da natureza que tanto é primaria por ignorar a racionalidade como é perfeita por expressar em minutos, prazeres e respostas que vidas inteiras não conheceram.



Escritos perdidos em uma agenda de 2002 sem data ou dedicatória como de costume, mas acredito pela intensidade das palavras que sei pra quem foram escritas.

Voltei pessoal. Bjos!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Medo.

Sempre digo que não tenho medo. Sempre ao me ouvir dizer isso penso, que é impossível não ter medo. Sempre corro de frente ao medo, uma coragem inocente, imprudente,não é falta de medo. É medo do medo.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Abraço

Sim eu sinto as reações que escapam do rosto ou de outras partes do corpo são sentimentos que se mostram de forma física, obvio de certo são total e Intrinsicamente conectados aos pensamentos e sentimentos os quais são intangíveis,  só os demonstro pra quem eu acredito ser capaz de compreende-los, o   abraços que não darei mais fisicamente não sairão de min pois eles são insólitos inalcançáveis a julgamentos esses os quais não me dizem parte e marcam e dizem oque quiserem  mas oque eu sinto a minha                            

 e passo através do abraço é só energia tentando alcançar a paz o amor e a amizade.

Feliz 2013
 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Tempo do amor.

"Sei o quanto ama Pablo Neruda e não sabia como dizer o quanto sinto, que nossa história ainda terão verdes pastos e caminhadas de mãos dadas lado lado ao entardecer, em como sonho em ser um dia merecedora do sentimento tão puro que me descreve em palavras quando falas comigo, ainda meses após me veres apenas uma vez e nessa vez nada eu te corresponder,  por não saber demonstrar o meus sentimentos como tu mereces,escolhi as palavras dele. Não para te convencer que me esperes e sim para demostrar-lhe de alguma forma o que sinto por ti, mesmo não conseguindo transpor no momento a distância que não me permite que um abraço, um toque ou olhar lhe diga tudo que gostarias de ouvir de mim, continuas dentro de mim como uma marca ou cicatriz intocada."   

sábado, 13 de outubro de 2012

Novo Blog

Então estou um pouco parada por aqui pois estou na construção de uma história que esta sendo posta ao menos uma vez por semana nos endereços:





http://nem-distancia.blogspot.com.br/



http://www.abcles.com.br/historias/viewstory.php?sid=1377






  Mas não deixarei de postar meus vômitos por aqui:




 “Escrever é enfiar um dedo na garganta. Depois, claro, você peneira essa gosma, amolda-a, transforma. Pode sair até uma flor. Pode sair até uma flor. Mas o momento decisivo é o dedo na garganta." - Caio F. Abreu.






 Quero imaginar que nada é em vão, que minha vida por mais vazia e sem sentido tem um por que, quero a felicidade mesmo que incompleta, mostrar sem mascaras o melhor e o pior de mim e com isso construir novos começos e novos fins. Tudo e nada ao mesmo tempo e agora e se no fim nada der certo recomeçar com coração aberto. Priscila Fernandes Ribeiro

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Nem a distância.

Quantas mais belas que ela vi, tantas vezes meus olhos avistaram a caminhar os lábios mais rubros e apetitosos que bombom ou morangos banhados em creme condensado de leite e açúcar, corpos bem feitos e olhos brilhantes. Sem efeito o brilho deles sobre mim, jamais vi olhos tão bonitos ou boca mais saborosa ou corpo que me despertasse desejos como quando olhei pra ti, as poucas vezes que a vi, nenhum defeito pode tirar o encanto que tuas palavras me causam. Nenhuma distancia pode arrancar da minha alma o prazer do teu abraço, nenhum beijo pode apagar de mim o amor que o teu beijo me fazem sentir. Nem a distancia nem o tempo ainda foram capazes de tirar seu amor de mim.